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Hello world!
February 7, 2008Emergência médica reduzida apenas a dois helicópteros
February 2, 2008Um dos helicópteros pesados comprados pelo Estado que começou ontem a operar vai deixar de fazer a esmagadora maioria dos serviços de emergência médica que prestava durante a noite.
O Kamov baseado em Santa Comba Dão foi substituir o Bell que nos últimos quatros anos funcionou em permanência para a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e dispunha de uma equipa de emergência médica durante a noite, que fazia essencialmente transporte de doentes graves entre hospitais. Esta é, contudo, uma tarefa que lhes está vedada, já que não faz parte da listagem de missões atribuídas pelo despacho que declarou o aparelho aeronave do Estado.
O Ministério da Administração Interna não esclareceu o PÚBLICO sobre o tipo de serviços que os novos helicópteros vão poder fazer. O presidente da Empresa de Meios Aéreos, Rogério Pinheiro, afirmou laconicamente por e-mail que serão “os serviços previstos na Declaração de Aeronave de Estado”. Um porta-voz do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) afirmou que não comenta a situação e adiantou apenas que aguarda informações da ANPC. Além deste aparelho existem apenas mais dois do INEM.
No despacho que declarou os Kamov aeronaves de Estado fala-se em missões de socorro e assistência aos cidadãos, precisando-se que estão aqui integradas “o transporte de equipas de socorro e assistência”, “evacuações de emergência de vítimas de catástrofe ou sinistros” e “busca de pessoas em terra e meio aquático”. Segundo a EMA, os Kamov podem fazer o transporte de sinistrados entre o local do acidente e o hospital. Mas este tipo de socorro só representa uma pequena parte do serviço feito pelo helicóptero baseado em Santa Comba Dão.
Quando o PÚBLICO quis saber em que heliportos hospitalares os Kamov poderiam operar, Rogério Pinheiro escreveu apenas “a EMA sabe quais são os heliportos [sem referência aos hospitalares] onde o Kamov pode aterrar à noite. Aqueles em que tem dúvidas estão a ser alvo de avaliação e, em caso de dificuldade, definidos locais alternativos”.
Esta limitação não é a única dos Kamov. Os seis helicópteros pesados comprados pelo Estado terão dificuldades em fazer a primeira intervenção, uma das principais apostas introduzidas por este Governo no combate aos incêndios florestais. Isto porque o balde colocado no aparelho que transporta 4500 litros de água, pesa quase 280 quilos e, por isso, demora cerca de 15 minutos (segundo a EMA) a ser montado no teatro de operações. Além disso há que contabilizar os 15 minutos que o helicóptero demora a descolar com a tripulação e a brigada composta por nove bombeiros. Mas ainda falta contar o tempo da viagem. Somando tudo, quer dizer que os bombeiros e o aparelho podem estar no teatro de operações cerca de 40 a 50 minutos depois de dado o primeiro alerta, um tempo exagerado para o designado “ataque inicial”.
Foi esta situação que levou os responsáveis operacionais da ANPC a decidir recentemente utilizar os Kamov no ataque ampliado a incêndios florestais. Obrigou igualmente o Governo a recuar na compra de aviões pesados e no aluguer de dois dos aviões pesados previstos para este ano, apenas uns dias depois de o presidente da EMA ter garantido que os concursos estavam quase a ser lançados.
In Publico
Funerais com presença policial
February 2, 2008Os funerais dos dois jovens assassinados domingo à noite em Rio de Mouro realizam-se hoje para os cemitérios do Cacém e de Rio de Mouro, com presença policial como forma preventiva, para evitar novos confrontos entre grupos rivais.
“Elementos policiais visíveis e não visíveis vão estar presentes nos funerais”, disse à Agência Lusa uma fonte policial.
O funeral de Francisco Silva realiza-se às 10:00 da Igreja do Cacém para o cemitério local, enquanto o funeral de Osvaldo Beagi parte da Igreja de Rio de Mouro para o cemitério da mesma localidade.
Domingo passado, pelas 21:30, dois jovens morreram em Rio de Mouro baleados por outro jovem de 16 anos naquilo que aparentemente foi, segundo adiantou fonte policial na altura, uma rixa entre grupos de bairros diferentes.
O incidente levou o Ministério Público a decidir adoptar “medidas de prevenção tendentes a evitar novos confrontos”.
“A constatação de que este incidente pode não ter sido esporádico e que poderá ter novos desenvolvimentos, com aproveitamente do funeral das vítimas ou da quadra carnavalesca (…), levou a que o Ministério Público tivesse tomado a iniciativa de articular com os competentes órgãos de polícia criminal a adopção de medidas de prevenção tendentes a evitar novos confrontos”, refere uma nota do gabinete de imprensa da Procuradoria-Geral da República.
O documento salienta que se tratam de “jovens com problemas de inserção escolar, referenciados por um conduta grupal agressiva, envolvendo violência contra outros jovens, em meios escolar e fora dele”, o que justificou a medida adoptada.
Paralelamente, e de acordo com a Procuradoria, será desenvolvido “um plano de acção envolvendo outras entidades com responsabilidades na área da prevenção, nomeadamente a Direcção-Geral da Reinserção Social, as autarquias e as estruturas comunitárias”
O inquérito ao duplo homicídio está em curso nos serviços do Ministério Público de Sintra, estando o presumível homicida, um jovem, em prisão preventiva.
In Expresso
Reciclagem aumentou em 2007
February 2, 2008
A Sociedade Ponto Verde recebeu no ano passado 464 mil toneladas de embalagens para reciclagem, mais 26 por cento do que em 2006, anunciou hoje a empresa.
A grande maioria das embalagens enviadas para reciclagem, da ordem das 288 mil toneladas, foram separadas em casa dos portugueses e depois encaminhadas para tratamento pela entidade responsável pela gestão das embalagens em Portugal, a Ponto Verde.
O papel cartão voltou a ser a embalagem mais separada (217 mil toneladas), seguida pelo vidro (151 mil) e pelo metal (35 mil), plástico (33 mil) e madeira (27 mil).
Segundo a Sociedade Ponto Verde, as embalagens retomadas em 2007 representaram 45,7 por cento do que lhe é declarado pelos embaladores (que pagam para a reciclagem dos seus produtos), um crescimento de cinco pontos percentuais face ao ano anterior.
O sistema Ponto Verde abrange actualmente 99,7 por cento da populaçãop portuguesa, 99,3 por cento do território nacional e 97,4 por cento dos concelhos, segundo dados da Ponto verde.
in Expresso
Descoberto novo poço de petróleo
February 2, 2008
Foi hoje anunciado a descoberta de mais um poço de petróleo nas águas profundas do ‘offshore’ angolano, que será intitulado ‘Portia’. O anúncio foi feito pela Sonagol EP- Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola e a BP Exploration Production Angola Limited.
Trata-se da quarta descoberta no Bloco 31, onde um poço de exploração foi perfurado através de camadas de sal, para se atingir os reservatórios de petróleo.
Cinco mil barris de petróleo diários
De acordo com um comunicado da Sonangol, os resultados dos testes indicaram que o novo poço, em condições de produção, tem uma antecipada capacidade de fluxo de mais de cinco mil barris de petróleo por dia.
A Sonangol é a concessionária do Bloco 31 e a BP Exploration and Production Angola Limited é a respectiva operadora, detendo 26,67% dos interesses.
O Bloco 31 tem ainda como parceiros a Esso Exploration and Production Angola Limited, com 25%, Sonangol EP(20%), StatOil Angola A.S (13,3%), entre outras companhias petrolíferas estrangeiras.
In Expresso
Jovem terá planeado matar irmão
February 2, 2008Os inspectores da Polícia Judiciária (PJ) confirmaram esta sexta-feira ao Tribunal de Leiria indícios de que o jovem acusado de ter morto o irmão com 15 facadas, a 25 de Julho de 2007, terá planeado o homicídio. A próxima sessão do julgamento foi agendada para 11 de Fevereiro, às 10h00.
Os inspectores que se deslocaram ao local na altura testemunharam ter estranhado o estado de espírito calmo do jovem de 18 anos que, pouco depois do crime, terá regressado a casa para ver televisão ou jogar um videojogo com os amigos.
Isabel Alexandre, uma das inspectoras, disse que o arguido, inicialmente, “contou uma história que nos pareceu ter algumas discrepâncias”, recordando a “grande frieza” com que o rapaz terá falado do irmão, de 11 anos, morto há instantes. Segundo a agente, o arguido referia-se à vitima como “gajo” ou “puto”.
O jovem começou por dizer que o irmão tinha sido morto por estranhos, continuou Isabel Alexandre, explicando que o arguido tinha “salpicos de sangue” na roupa, um indício de que tinha estado com a vítima no momento do crime.
O rapaz terá, no dia do crime, atraído o irmão para uma zona isolada, junto à casa do pai, na Caranguejeira, alegando ter descoberto no pinhal uma ninhada de cães.
O Ministério Público (MP) defende que o arguido terá elaborado um plano para assassinar o irmão, de 11 anos, motivado por “ciúmes” relacionados com uma possível “desigualdade de tratamento” por parte dos pais.
Para o MP, o jovem possui “uma personalidade com traços psicopáticos”, a que se soma depois “um excesso e possível dependência de videojogos”.
Na sessão de hoje foram ouvidas cinco testemunhas de acusação e uma da defesa. A testemunha da defesa e o arguido foram ouvidos à
EUA compravam suspeitos de terrorismo raptados e transportava-os "via Portugal"
February 1, 2008Os suspeitos comprados pelos Estados Unidos foram transportados para Guantanamo – centro de detenção da base norte-americana em Cuba – em voos da CIA, via Portugal, adianta o relatório.
De acordo com a organização não governamental (ONG) de advogados britânicos Reprieve, pelo menos dois dos suspeitos foram sequestrados e vendidos às forças norte-americanas por 5.000 dólares (3.380 euros).
O documento, divulgado no início da semana, especifica os casos de Shaker Amer, que continua em Guantanamo, e Tarek Dergoul, que foi libertado em Março de 2003.
Amer, natural da Arábia Saudita, mas residente no Reino Unido, terá sido sequestrado no Paquistão em 2001 e vendido às forças militares norte-americanas e submetido a diversas formas de tortura em Kabul, Bagram e Kandahar.
A 13 de Fevereiro de 2002, terá sido finalmente transportado de Incirlik (Turquia) para a ilha de Cuba, via Portugal.
Tarek Dergoul, por seu lado, foi arrestado pela Aliança do Norte no Afeganistão, que o encontrou nos escombros de um bombardeamento, revela o relatório.
Após levá-lo a um hospital, onde lhe foi amputado um braço, os seus captores venderam-no aos norte-americanos por 5.000 dólares, lê-se no documento.
Transportado a partir de Incirlik a 5 de Maio de 2002, Dergoul, que tem a nacionalidade britânica, atravessou o espaço aéreo português para chegar a Guantanamo, onde passou dois anos até ser libertado sem acusações, segundo o relatório.
Divulgado esta semana, o relatório nomeia todos os 728 dos 774 suspeitos de terrorismo transportados pelos serviços secretos dos Estados Unidos para Guantanamo.
Todos passaram por «jurisdição portuguesa», ou seja, ou pisaram solo nacional (o que é o caso de nove dos aviões, todos nos Açores), ou cruzaram o espaço aéreo, segundo as investigações da Reprieve, que representa 33 presos de Guantanamo.
Para chegar a esta conclusão, a Reprieve cruzou as listas de voos da Aviação Civil portuguesa, depoimentos de testemunhas e de alguns dos seus clientes, e documentos tornados públicos pelos Estados Unidos, tendo deduzido o dia em que cada um dos réus, com um número de matrícula, desembarcou na base de Guantanamo.
«As listas de voos mostram que pelo menos 48 aviões militares dos EUA e da CIA atravessaram a jurisdição portuguesa a caminho de Guantanamo», refere a Reprieve.
Estes voos terão começado a 11 de Janeiro de 2002 e o último registo é de 7 de Maio de 2006.
Destes, seis terão aterrado no aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores, e três na ilha de Santa Maria, no mesmo arquipélago, aponta o documento, que não detalha informação sobre o local de partida ou o nome dos passageiros de todos os voos.
O primeiro-ministro português, José Sócrates, repudiou quarta-feira, no Parlamento, o conteúdo do relatório, que considerou «não ajudar à verdade» e ser «profundamente mistificador».
In Destak
Portugal eleito o melhor stand da Fitur 2008
February 1, 2008O stand do Turismo de Portugal foi eleito o melhor espaço da FITUR 2008, uma das mais importantes feiras do sector a nível mundial que decorre em Madrid até domingo e onde estão representados 170 países.
«Esta é uma maneira nova de transmitir a imagem de um Portugal que não se resume a história, sol e praia. É a imagem de um Portugal moderno com cidades animadas, desporto e cultura, um país cuja oferta turística vai melhorar de forma impressionante nos próximos anos», disse à agência Lusa o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho.
O Stand do Turismo de Portugal representa um investimento de um milhão de euros e ocupa uma área de 1.503 metros quadrados, onde estão presentes sete Agências de Promoção Turística, 11 Projectos de Interesse Nacional (PIN) e 45 empresas.
Além disso, estão também representadas no mesmo espaço cinco instituições de referência da cultura portuguesa, como a Casa da Música, a Fundação de Serralves, o Centro Cultural de Belém (CCB), o Museu Colecção Berardo e a Fundação Calouste Gulbenkian, que participam este ano pela primeira vez e de forma inovadora, numa feira de turismo.
«A melhor forma de contrariar a conjuntura internacional não é fazer discursos, é ir para o terreno com os empresários do turismo e dos outros sectores exportadores. A minha atitude é essa», frisou à Lusa Manuel Pinho, que nas próximas semanas irá encontrar-se ainda com os criadores portugueses de moda em Paris e os industriais do calçado em Milão.
Segundo o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, o prémio agora alcançado na 28ª edição da Fitur «reforçou e muito a imagem e projecção turística de Portugal».
«Num sector que representa mil milhões de euros de receitas, a Fitur é o palco por excelência para apresentação da nossa oferta turística. A comunicação deste prémio em Espanha vai suscitar o interesse por Portugal dos milhares de pessoas que visitam a feira [são esperados 250 mil visitantes]», sublinhou Bernardo Trindade.
De acordo com o secretário de Estado, «o prémio é ainda a consequência lógica do belíssimo trabalho a ser feito em Portugal onde a iniciativa privada e a administração pública têm relacionamento positivo».
O ministro da Economia esteve presente nos primeiros dois dias da feira internacional, onde apresentou a edição 2008 do programa Allgarve e a campanha de publicidade para Espanha, «um mercado considerado estratégico para Portugal»
In Destak
Há mais voluntários mas menos disponibilidade
February 1, 2008
Este foi um dos temas abordados no Fórum Nacional do Voluntariado nos Bombeiros Portugueses que decorreu no último sábado em Pinhel. A iniciativa juntou, segundo números da organização, 500 “soldados da paz” de todo o país.
De acordo com Duarte Caldeira, nos últimos três anos, o número de novos voluntários que ingressaram nos corpos de bombeiros foi superior “aos ingressos verificados no triénio anterior e o número de demissões diminuiu no mesmo período”. Contudo, também há registo de que “78% dos serviços prestados pelos bombeiros”, no período diurno das 8 às 20 horas de segunda a sexta-feira, são assegurados por pessoal “remunerado”, acrescentou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).
Por outro lado, o voluntariado continua a ser “determinante na esmagadora maioria dos corpos de bombeiros do país, à noite e durante o fim-de-semana”, constatou. “Há mais voluntários, mas menos disponíveis” para assegurar um milhão de serviços de emergência por ano e 1,5 milhões de transportes de doentes por ano, assegurou.
Segundo o dirigente, não é verdade que as associações não tenham capacidade de atrair juventude e voluntários. “O que realmente reduziu foi o tempo de serviço de cada voluntário, ou seja, a sua disponibilidade”, por força da actividade profissional por conta de outrem.
Por isso, Duarte Caldeira defende a “profissionalização mínima como uma inevitabilidade”. O que, na prática, se traduziria na criação de equipas de intervenção permanente, “através de uma parceria entre administração central, local e as respectivas corporações, dando assim segurança às populações”, explicou.
O presidente da LBP defendeu ainda que é necessário “reinventar o voluntariado, afirmando-o com convicção”, já que os portugueses “não podem continuar a querer dispor do voluntariado nos bombeiros, como quem dispõe de mão-de-obra barata”. Até porque “ser voluntário não pode significar amadorismo no exercício da missão. Tem que significar a mesma segurança, independentemente do corpo de bombeiros ou do vínculo laboral do agente que presta serviço”, argumenta. Nesse sentido, considera que não pode ser bombeiro voluntário “quem não se dispuser a aprender para ser profissional na acção”, pois “só a boa vontade e o desejo de emprestar algumas horas à comunidade já não são, hoje, suficientes”.
Congratulando-se por o Fórum ter sido realizado no “país real, no interior”, garantiu que a situação de Alijó poderia acontecer “na Guarda, Vila Real ou em qualquer outro ponto do país”. O presidente da LBP aproveitou para recordar a falta de redes hospitalares que sirvam as populações de vários municípios do interior: “Os bombeiros estão disponíveis para protocolar com o Instituto Nacional de Emergência Médica a criação das condições adequadas para responder às necessidades de socorro”, sublinhou.
In Expresso
Poema de Manuel Alegre representa Portugal no Printemps des Poètes
February 1, 2008O “Poema com h Pequeno”, de Manuel Alegre, inserido no seu livro “O Canto e as Armas” (de 1967), representa Portugal na 10ª edição do festival Printemps des Poètes, que se realiza em Lyon de 3 a 16 de Março.
A organização do festival – que este ano é subordinado ao tema “O elogio do outro” – considera o poema de Manuel Alegre “uma bela homenagem ao homem na sua diversidade”.
O “Poema com h Pequeno” será traduzido nas diversas línguas participantes no evento, incluindo o árabe e o crioulo de Guiana.
Outros escritores portugueses já haviam sido escolhidos para parcitipar neste festival cultural. Eugénio de Andrade representou Portugal no mesmo evento há dois anos, e Fernando Pessoa no ano passado.
O Printemps des Poètes – que quer reforçar a presença da poesia no espaço público e torná-la mais acessível – contará com as participações dos Institutos Camões, Cervantes, Goethe, entre outros, e ainda da Alliance Française.
Manuel Alegre publica este mês uma antologia dos seus poemas sobre a guerra colonial, intitulada “Nambuangongo, Meu Amor”. Trata-se de um livro de cerca de 60 páginas, dividido em quatro partes: “Nambuangongo, Meu Amor”, “Três Canções com Lágrimas e Sol para um Amigo que Morreu na Guerra”, “Continuação de Alcácer Quibir” e “Explicação de Alcácer Quibir”.
In Publico