António Nunes esclareceu na audição parlamentar que as suas declarações foram mal interpretadas: “o que quis dizer é 50 por cento da restauração precisava de modernizar-se, adaptar-se.
O inspector-geral da ASAE, António Nunes, esclareceu hoje que as suas declarações sobre o encerramento de metade dos restaurantes foram mal interpretadas e que apenas quis dizer que 50 por cento dos estabelecimentos teriam de modernizar-se e adaptar-se.
“O que quis dizer é 50 por cento da restauração precisava de modernizar-se, adaptar-se”, afirmou António Nunes na comissão parlamentar de Assuntos Económicos, onde está a ser ouvido a pedido do CDS-PP.
Há cerca de três semanas, em entrevista ao semanário Sol, o inspector-geral da ASAE – Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica disse que metade dos restaurantes e cafés portugueses “estão condenados a fechar” devido ao incumprimento de regulamentos comunitários.
“Ainda estamos longe das médias europeias. Para se cumprirem hoje os regulamentos comunitários como estão na lei, 50 por cento dos restaurantes e cafés não estão aptos”, referiu António Nunes na entrevista.
Hoje, perante os deputados, António Nunes admitiu que as suas declarações poderão ter sido mal interpretadas e compreendidas, sublinhando que apenas quis dizer que metade dos restaurantes e cafés precisava de “modernizar-se e adaptar-se”.
In Expresso
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